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Desocupação cai a 5,2% no trimestre até setembro, a menor para o período desde 2012, e o país chega a 103,6 milhões de ocupados

A PNAD Contínua do IBGE, divulgada em 30 de outubro, mostra 5,6 milhões de pessoas desocupadas, 234 mil a menos que no trimestre até junho. O rendimento médio real ficou em R$ 3.790, 3,6% acima de um ano antes.

NegóciosPublicado em 31/10/2026Leitura de 2 minutosRedação CF News

A taxa de desocupação no Brasil ficou em 5,2% no trimestre encerrado em setembro de 2026, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada pelo IBGE na sexta-feira, 30 de outubro. É a menor taxa para um terceiro trimestre desde o início da série, em 2012. No trimestre até junho, a taxa era de 5,4%; um ano antes, de 5,6%.

Quantas pessoas estão trabalhando?

O país tinha 103,6 milhões de pessoas ocupadas, o maior contingente da série: 581 mil a mais que no trimestre anterior e cerca de 1,2 milhão a mais que um ano antes. O número de desocupados caiu para cerca de 5,6 milhões, 234 mil a menos que no trimestre até junho. Os empregados do setor privado com carteira assinada ficaram estáveis, em cerca de 39,4 milhões.

Quais setores contrataram?

Entre os dez grandes grupos de atividade, só a construção teve alta estatisticamente significativa no trimestre: 2,8%, ou cerca de 210 mil pessoas a mais.

E a renda?

O rendimento médio real habitual ficou em R$ 3.790, estável em relação ao trimestre anterior e 3,6% acima do mesmo período de 2025. A massa de rendimento, soma do que os ocupados recebem, chegou a R$ 387,5 bilhões, alta de 4,7% em um ano. O resultado ficou dentro do intervalo das projeções de mercado.

O que isso muda para a sua empresa?

Leitura da redação. Com desocupação baixa e renda em alta, contratar e reter pessoas tende a ficar mais caro e mais disputado. Antes de abrir vagas, vale olhar para dentro: quanto custa a rotatividade da equipe, quem está pronto para assumir mais responsabilidade e o que os líderes fazem no dia a dia para manter as pessoas. Ao mesmo tempo, a bolsa e o câmbio tiveram uma semana de forte volatilidade, como mostra a nota de mercado de hoje, e o Copom decide a Selic em 3 e 4 de novembro.

Nota de método: o título e a taxa vêm da divulgação do IBGE; a página da Agência de Notícias do IBGE não estava disponível para leitura direta, e os demais números foram conferidos na cobertura da IstoÉ e do O Povo, que citam o instituto.

Fontes

WhatsApp (62) 9610-5507